A Importância da Prevenção

Se há doenças cujos resultados são devastadores, os Acidentes Vasculares Cerebrais são uma delas, não só porque têm uma elevada mortalidade e recorrência, mas porque deixam sequelas várias, a maior parte irreversíveis e outras com agravamento progressivo.

 

Felizmente hoje em dia, e em casos seleccionados, é possível intervir eficazmente na fase aguda minimizando as consequências.

 

Por esta razão e sabendo que ao intervir sobre os diversos factores de risco causadores de AVC pode prevenir mais de 50% da probabilidade de o sofrer, a atuação sobre estes é de primordial importância. Os factores de risco vascular – hipertensão arterial, fibrilhação auricular, doenças valvulares cardíacas, diabetes melitus, colesterol elevado, obesidade, sedentarismo, consumo de tabaco, e consumo excessivo de álcool criam um terreno favorável ao aparecimento dos AVC.

 

As recomendações para que isso se previna são a prática regular de exercício físico e uma alimentação adequada, consulte o www.dietas.pt para mais informações.

 

O que deverá evitar são a obesidade, sedentarismo, consumo de tabaco, e consumo excessivo de álcool, deverá reduzir o excesso de peso através de menor consumo de calorias e a ter uma actividade física moderada, assim como a evitar o consumo excessivo de álcool e a abolir o consumo de tabaco.

 

Os valores elevados de colesterol sanguíneo são igualmente um factor de risco vascular e por isso de Acidente Vascular Cerebral. Os doentes com diabetes melitus tipo 2 são aqueles que mais beneficiam quando se actua quer nos valores da pressão arterial, quer nos valores de colesterol, atingindo reduções de 50% de casos de AVC.

Caso existam estes factores de risco compete-lhe a si prevenir, mesmo que tenha de fazer modificações do estilo de vida por períodos prolongados, ou melhor mesmo para toda a vida.

O Acidente Vascular Cerebral pode ser prevenido, e essa prevenção cabe-lhe a apenas a si e ao seu médico.

Quanto tempo demoro a recuperar do AVC?

A recuperação de um acidente vascular cerebral é um processo lento e gradual, sendo:
 

Praticamente aceite que o pico de recuperação de um Acidente Vascular Cerebral anda à volta dos 3 meses, podendo ir até aos 6 meses após o Acidente Vascular Cerebral.

 
Os sobreviventes de AVC ficam muitas vezes com deficiências mentais e físicas, o que cria um impacto económico e social importante. Para dar uma ideia da magnitude do problema, estatísticas recentes mostram que:

  • 71% das pessoas que tiveram um AVC têm conhecimento da sua capacidade funcional.
  • 16% permanecem em instituições (hospitais) ou “Nursing Home”.
  • 31% precisa de assistência para cuidados pessoais.
  • 30% requer assistência para deambulação.

 
O processo de reabilitação é a aprendizagem, das pessoas que tiveram um acidente vascular cerebral, de técnicas alternativas para adquirir mobilidade e capacidade para comunicar e trabalhar, se necessário, com ajuda ou com dispositivos para conseguirem executar as suas actividades.
 
Embora continue a haver alguma controvérsia sobre os resultados do tratamento de reabilitação das pessoas que tiveram um acidente vascular cerebral, de facto, por trabalhos já largamente apresentados sobre esta matéria, é consensualmente aceite que elas beneficiam de um programa de reabilitação intensivo, bem elaborado e aplicado no momento próprio. É praticamente aceite que o pico de recuperação destes doentes anda à volta dos 3 meses, podendo ir até aos 6 meses após o AVC.